Nota de método. É a tabela que a
Proposta de elaboraçãochama de o coração do eixo: o que o DF tem, contra o que a norma diz que precisaria ter.
Um déficit aqui é aritmética — capacidade menos parâmetro — e não uma afirmação sobre adequação clínica. A frase está aqui porque o número será lido como a afirmação mais forte.
A linha de leitos gerais saiu da Portaria GM/MS 1.101/2002. Até esta data, o número mais importante deste projeto — quantos leitos de enfermaria faltam ao DF — era calculado sobre 2,5 a 3 leitos por 1.000 habitantes, um parâmetro de uma norma revogada em 2015 cujo texto nenhum artefato deste repositório jamais conteve: ele chegava aqui digitado à mão. Em 2026-09-06 ele foi substituído pela Equação 1 do Caderno de Critérios e Parâmetros Assistenciais do SUS (MS, 2017), o documento que substituiu a 1.101, medida com o SIH de 2024 e sem nenhum número digitado.
O resultado agregado do DF inverteu de déficit para superávit, e a desigualdade regional não inverteu. Os números estão na seção A Equação 1 do Caderno de 2017 abaixo e no dossiê §1.2–1.4; as tabelas antigas desta página, calculadas sobre a 1.101, seguem publicadas mais abaixo com esta advertência, citadas e não apagadas, porque um leitor que as leu precisa saber o que leu.
O que exatamente sobrou de transcrito. A frase logo abaixo — “os dois que produzem quase todos os números abaixo estão transcritos” — valia até 2026-09-06 e não vale mais. Sobrou um: a faixa de 4 % a 10 % do total de leitos hospitalares aplicada à UTI, que continua vindo da 1.101/2002 digitada à mão — e continua publicada, porque a leitura abaixo é ao lado dela, nunca a substituindo, por decisão do operador em 2026-09-18.
Corrigido na revisão de 2026-09-18.
O parágrafo acima, até essa data, terminava dizendo que faltava a tabela de códigos do MARCA_UTI e
que a rota estava aberta e sem resultado — isso não é mais verdade. O leiaute reduzido do SIH
carrega MARCA_UTI e UTI_MES_TO (a marca de UTI e os dias de permanência em UTI); a tabela de
códigos que faltava foi extraída de um documento fetchado do próprio DATASUS
(ftp.datasus.gov.br, TAB_SIH.zip, membro CNV/MARCAUTI.CNV), nunca digitada. As Equações 2 e 3
agora são calculadas para UTI adulto e UTI pediátrica — ver a nova seção UTI pelas
Equações 2 e 3 do Caderno 2017 mais abaixo nesta página e dossiê §3.5. UTI
neonatal continua sem essa leitura, por um motivo herdado de Neonatologia (falta o fator de
correção do sub-registro do SINASC), não por uma limitação do SIH.
De oito parâmetros, dois foram lidos de documentos que este repositório contém. Os outros seis, não. O que resta transcrito — alguém digitou o valor à mão — é a proporção de UTI da Portaria 1.101/2002.
A frase que esta substitui, citada em vez de apagada: “De oito parâmetros, um foi lido de um documento que este repositório contém. Os outros sete, não. Os dois que produzem quase todos os números abaixo estão transcritos: alguém digitou o valor à mão.”
dados/processed/parametro_portaria_1101.json parece uma extração e não é uma.
Um dos 24 extratores superados deste projeto baixou a
página da Portaria GM/MS 1.101/2002, não leu nada dela, e gravou um dicionário digitado à mão,
com uma observação do próprio autor mandando conferir o HTML bruto. O HTML está guardado em
dados/raw/portaria_1101_2002.html: o corpo normativo dela termina na palavra ANEXO (o que vem
depois é rodapé do site), e o Anexo, que é onde os parâmetros estão, não é publicado naquela
página. As sequências leito, 2,5, 4%, 10% e
0,15 aparecem zero vezes nesse arquivo.
A página LINKA o Anexo, como PDF separado em
bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/anexo/anexo_prt1101_12_06_2002.pdf. Uma versão anterior
desta nota afirmava que a página não tinha link nenhum — era falso, e a revisão independente do
derrubou a afirmação antes da publicação.
Esse caminho foi aberto em 2026-08-28 e ele não leva a lugar nenhum, e agora isso está medido em vez de
suposto. O operador aprovou a linha de registro para bvsms.saude.gov.br em 2026-08-28,
escrita antes da primeira requisição; o host foi então alcançado camada a camada. DNS resolve.
TCP completa. TLS 1.3 completa, com certificado válido para o nome. E aí o servidor fecha a
conexão sem enviar um byte — em todo caminho testado, inclusive /, nove tentativas, zero
bytes nas nove.
Não é falha de rede, e a diferença importa. Quem o recusa se identifica. Uma única
requisição — o preâmbulo de conexão HTTP/2 (PRI * HTTP/2.0) enviado sem ALPN ter negociado h2,
que o servidor leu como método PRI sobre alvo * — devolveu a página de bloqueio renderizada
em vez de derrubada: “The requested URL was rejected. Please consult with your administrator”,
com support ID, que é a página do F5 BigIP ASM. Está em
../dados/raw/bvsms_f5_block.html; a porta 80 responde 302
assinado Server: BigIP, em
../dados/raw/bvsms_port80_302.txt. As duas requisições
estão transcritas por inteiro em
../dados/raw/bvsms_f5_block.README.md, porque evidência
que ninguém consegue auditar é afirmação. Nenhuma delas foi moldada para passar pelo controle:
a que respondeu é a que o descreve, não a que o burla. É um WAF, e um WAF não é contornado aqui
(um controle é medido e declarado, nunca burlado — a mesma linha que deixa o e-MEC e o CRM-DF onde estão). O estado
é blocked, está em eixos_cobertura como linha do Eixo 1, e alcance_hosts remede a camada a
cada execução em vez de repetir esta frase de memória.
O degrau mais alto continua fora de alcance, e a consequência é a que já estava escrita: os dois
parâmetros continuam transcrito. O que mudou não é o estado — é que ele agora tem data,
camada e evidência, em vez de ser um rodapé apoiado numa sondagem que ninguém refez.
A escala tem três degraus:
estado_fonte |
O que significa | Quantos parâmetros |
|---|---|---|
extraído |
lido de um documento que este repositório contém, a cada execução | 2 — UTI neonatal (Quadro 5) e leitos gerais (Equação 1 + Quadro 43, novo em 2026-09-06) |
transcrito |
está em dados/ como valor digitado à mão; a norma é nomeada e seu texto nunca foi lido aqui |
1 — a proporção de UTI da 1.101/2002 |
sem fonte |
chega só pela prosa do documento de entrada, ou não chega — publicado como UNSOURCED, nunca calculado |
5 |
A contagem anterior, citada: “extraído | 1 — UTI neonatal … transcrito | 2 — leitos
gerais e a proporção de UTI”. O que moveu a linha de leitos gerais está na seção seguinte.
Isto não é uma ressalva de rodapé: é a condição que a auditoria de procedência mediu, encontrada outra vez, agora dentro do próprio cálculo. Uma versão anterior deste módulo marcava os dois parâmetros da 1.101 como sourced, e a revisão independente derrubou a marcação antes da publicação.
O Caderno de 2017 — o documento que substituiu a Portaria 1.101 — traz, no seu Quadro 5 (Rede Cegonha), requisitos de leito por 1.000 nascidos vivos:
02 leitos de UTI neonatal para cada 1.000 nascidos vivos na região 03 leitos de UCI neonatal para cada 1.000 nascidos vivos na região 01 leito Canguru para cada 1.000 nascidos vivos na região
O denominador é nascidos vivos, e este projeto tem uma série do SINASC
(nascidos_vivos_peso, TABNET). Logo o requisito de UTI neonatal é calculável a partir de um
documento que está em dados/raw/ — e a extração roda a cada execução, com o trecho literal
gravado em parametros_caderno_2017.texto_extraido. Se o documento deixar de trazer a frase, a
aquisição falha em vez de continuar publicando o número velho.
Uma versão anterior desta nota dizia que o Caderno de 2017 não continha nenhum parâmetro de leito
por 1.000 e que rodá-lo exigiria dados do SIH. Era falso, e o arquivo estava em dados/raw/,
baixado por este mesmo trabalho. Foi a revisão independente que o abriu e encontrou o Quadro 5.
Dizer “não conseguimos obter” sobre um documento que já está no repositório é exatamente a falha
que a auditoria de procedência mediu, e ela apareceu aqui.
| Capacidade | leitos SUS de estabelecimentos ativos, competência CNES 202607 |
| Denominador | PDAD-A 2024 (ras_regioes.populacao_pdad), por decisão do operador em 2026-08-23 |
| Chaves | região de saúde (7), Região Administrativa (35), e a linha do DF |
| Conferência | 6 grupos de internação e 4 categorias de complementares, cada um igual ao que o TABNET publica |
| Sinal | déficit = necessário − existente: positivo é déficit, negativo é excedente; % é déficit / necessário |
Duas das seis categorias são o TP_LEITO do próprio CNES; as outras quatro são um recorte deste
módulo, e o que as autoriza é o TABNET. Enfermaria pediátrica é TP_LEITO 5 e enfermaria adulto
é tudo o mais que não é complementar. As quatro restantes — UTI adulto, UTI pediátrica, UTI
neonatal e cuidados intermediários — vivem todas dentro de um único TP_LEITO (3), e a partição
entre elas é feita por co_leito neste módulo. A autoridade sobre esse recorte é o TABNET, que
publica os complementares em 25 tipos nomeados: conferencia() reconcilia as quatro categorias
contra eles, e a execução para se qualquer uma divergir. A conferência é grupo a grupo — os seis grupos de internação do TABNET contra o
TP_LEITO, e as quatro categorias dentro dos complementares separadamente. As duas verificações
são necessárias e nenhuma basta sozinha: um total agregado não enxerga um leito trocado de UTI para
cuidado intermediário, porque os dois são complementares e a soma não muda. Inclui o único código em
que as duas fontes discordam (66, unidade de isolamento, que o TABNET conta entre os
complementares e o tbLeito classifica como clínico: são 16 leitos, reconciliados explicitamente e
não diluídos). Um código complementar que se descreva como UTI e não esteja em nenhum dos três
conjuntos faz a execução parar, em vez de cair na categoria residual — e o mesmo vale para um
código complementar novo que não esteja na lista dos intermediários.
“Enfermaria adulto” é um agregado que este documento nomeia, não uma categoria do CNES. Ela
absorve TP_LEITO 1, 2, 4, 6 e 7 — cirúrgicos, clínicos, obstétricos, outras especialidades e
hospital/dia. Isso significa que a base do parâmetro de 2,5–3/1.000 inclui 614 leitos SUS
obstétricos, 82 de hospital/dia e 432 de outras especialidades, que não são leitos de
enfermaria adulta em nenhum sentido clínico. São até 1.128 leitos, e quem ler “enfermaria
adulto” como enfermaria clínica de adulto erra por esse tanto. A alternativa seria inventar uma partição que o TP_LEITO não dá.
A Portaria GM/MS 1.101/2002 foi revogada em 2015. O documento que a substituiu — Critérios e
Parâmetros Assistenciais para o Planejamento e Programação de Ações e Serviços de Saúde no âmbito
do SUS, MS, 2017, em dados/raw/MS-criterios-parametros-assistenciais-2017.pdf — cita a Portaria
1.101 três vezes e não repete nenhum dos dois parâmetros transcritos usados aqui. Isso é
verificado a cada execução, não afirmado: a aquisição falha se algum dia passar a contê-los.
Para leitos gerais, o caderno de 2017 usa outro método: taxas de internação esperadas, tempo médio de permanência e taxa de ocupação por especialidade.
Até 2026-09-03 esta seção dizia que rodá-lo “exigiria dados do SIH que este projeto não tem”.
Deixou de ser verdade, e a frase é corrigida em vez de apagada — em 2026-09-03 esses
dados foram adquiridos. O SIH está aqui em duas interfaces: a série do TABNET nas duas leituras publicadas
(por local de residência e por local de internação), 2008-2024, competência de atendimento
[sih_serie_tabnet]; e os microdados reduzidos (arquivos RD), de onde sai o cruzamento
especialidade do leito × faixa etária que o Quadro 38 exige e que o TABNET não é capaz de
produzir — as duas dimensões vivem em arquivos .def diferentes e o TABNET só cruza dimensões
dentro de um mesmo arquivo, o que foi medido contra as quatro famílias .def do SIH que este
projeto alcança [sih_probes_def, sih_microdados_espec_faixa].
O termo que só o par de leituras produz, e que muda o resultado: o Fnr do caderno é
100/PIr, onde PIr é o percentual de internações de residentes. No DF ele não é termo de
arredondamento. Em 17 anos, 733.271 internações ocorridas no DF foram de não residentes —
21,4 % do total —, e o PIr fica entre 76,04 % (2013) e 82,44 % (2011) em todos os anos da série,
sem tendência [sih_residencia_fnr]. Em 2024, PIr = 77,60 % e Fnr = 1,2887: qualquer requisito
de leitos calculado pelo método de 2017 para o DF é multiplicado por cerca de 1,29.
O PIr é medido registro a registro pelo município de residência de cada AIH, não pela divisão
das duas leituras do TABNET — essa divisão mistura universos (o numerador inclui residentes
internados fora do DF) e dá 1,2782, errado por construção. O DF é o núcleo de
uma RIDE e interna gente de Goiás e de Minas por desenho, e é isso que esse número mede.
CORRIGIDO EM 2026-09-06: a linha de leitos gerais NÃO está mais na 1.101 — a Equação 1 do
Caderno 2017 a substituiu. A frase que estava aqui, citada em vez de apagada: “A linha de leitos
gerais publicada acima continua na 1.101, e agora há uma segunda, pelo método do Caderno 2017, ao
lado dela — nunca uma sobre a outra.” Isso valeu enquanto o método do Caderno só produzia linha do
DF; desde que ele produz linha por RA (ver abaixo), a razão que mantinha a 1.101 no lugar acabou. Em 2026-09-06 foi adquirido o termo que faltava
— a população de referência do Quadro 37, “× proporção sem plano de saúde”, dado da ANS — e
computou seis das onze combinações tipo-leito/especialidade do Quadro 38 a partir do SIH e da ANS.
As outras cinco (Obstetrícia, Neonatologia e as três UTI) permanecem UNSOURCED, cada uma por um
motivo nomeado, nunca por um proxy inventado. Ver a seção Leitos gerais pelo método do Caderno
2017 abaixo.
Mas o caderno de 2017 não é só evidência de que a 1.101 caiu. Seu Quadro 5 traz parâmetros de leito por 1.000 nascidos vivos, e um deles é calculável aqui — ver a seção acima. Este documento afirmou o contrário até a revisão independente abrir o arquivo.
A 1.101 é usada, agora para UMA linha só — a proporção de UTI —, porque a Proposta a especifica e porque continua sendo o comparador que o debate público usa. Não é apresentada como vigente. A frase anterior dizia “para as duas linhas em que é usada”; a linha de leitos gerais saiu.
ESTE MÉTODO SUBSTITUIU A TABELA ACIMA EM 2026-09-06, e a frase que dizia o contrário está
citada aqui em vez de apagada: “Este método não substitui a tabela acima — os dois ficam lado a
lado. A tabela de leitos gerais por região/RA/DF, no topo desta página, continua calculada sobre a
Portaria 1.101/2002 (transcrito).” dimensionamento_df, dimensionamento_regiao e
dimensionamento_ra publicam agora a Equação 1 na linha de leitos gerais, com
estado_fonte: extraído. Esta seção é a Equação 1 do Caderno de 2017, medida com os dados que este
projeto adquiriu — a série do SIH e a proporção sem plano de saúde da ANS — em vez
da tabela de referência dos Quadros 39–42, que o próprio Caderno oferece como alternativa quando a
localidade não tem dado próprio (Quadro 44). O DF tem.
HÁ LINHA POR RA DESDE 2026-09-05, e a frase que dizia o contrário está citada aqui em vez de
apagada: “Só há linha do DF. O SIH não carrega estabelecimento nem município de residência
dentro do DF — só um sinalizador residente/não-residente — e por isso este método não produz linha
por região de saúde nem por RA.” Ela era verdadeira sobre o campo MUNIC_RES, que é 530010 em
toda linha do DF, e falsa sobre o registro inteiro: o CEP está em 96,8 % das AIH, e resolvê-lo
contra a base postal dá a Região Administrativa de residência para 98,72 % das internações de
residentes do DF [sih_residencia_ra]. leitos_gerais_caderno2017_ra publica 210 linhas — as 35
RAs oficiais x 6 categorias — e é o insumo da tabela por RA acima.
O que continua sendo medido no nível DF e não por RA: o Fnre. Ele corrige a demanda que
chega de fora da população residente, e o cruzamento por RA é chaveado por onde o paciente mora,
não por qual hospital o internou — não existe, nesse insumo, noção de “não-residente de uma RA”.
O Fnre medido no DF por especialidade/faixa é aplicado a todas as RAs, e cada linha diz isso em
fnr_procedencia. A taxa de ocupação esperada também é a do nível DF: o Quadro 43 escolhe a
taxa pela capacidade instalada, e aplicá-lo por RA — onde toda RA cai numa faixa baixa, logo numa
ocupação esperada menor, logo num requisito maior — seria mudar o modelo e a geografia no mesmo
passo. Está registrado com condição de virada em _verifica_bracket.
Seis das onze combinações tipo-leito/especialidade do Quadro 38 são computáveis; cinco não.
Obstetrícia e Neonatologia exigem um “Fator de Correção do sub-registro” do SINASC que nenhum
artefato deste projeto contém (Obstetrícia exige também um recorte por segmento de cobertura que
o arquivo da ANS não publica). As três categorias de UTI (Equações 2 e 3) exigem a proporção de
internações que evoluem para UTI e o tempo médio de permanência em UTI. A frase que estava aqui
era FALSA e está corrigida no lugar: “o SIH não marca, no leiaute reduzido que este projeto lê,
se uma internação usou UTI nem por quantos dias.” Ele marca as duas coisas — o leiaute RD tem
MARCA_UTI, UTI_MES_TO e UTI_INT_TO, e em janeiro de 2024 no DF 1.494 das 19.950 internações
(7,49 %) tiveram dia de UTI, com média de 9,52 dias. Faltava a tabela de códigos do MARCA_UTI,
que separa UTI adulto de pediátrica e de neonatal; escrevê-la de memória teria sido publicar uma
asserção como medição, e por isso este parágrafo, até 2026-09-18, terminava aqui, com a rota aberta
num registro interno. Corrigido na revisão de 2026-09-18: a
tabela foi extraída de um documento fetchado do DATASUS (ftp.datasus.gov.br, TAB_SIH.zip,
membro CNV/MARCAUTI.CNV), nunca digitada, e UTI adulto e UTI pediátrica agora saem calculadas
pelas Equações 2 e 3, na tabela leitos_uti_caderno2017 — ver a seção logo abaixo. Nenhuma é
publicada com um proxy inventado; três das cinco continuam UNSOURCED em
leitos_gerais_caderno2017 (Obstetrícia, Neonatologia, UTI neonatal), cada uma com o motivo
nomeado — a de UTI neonatal herdada do mesmo bloqueio de Neonatologia, não de uma limitação do
SIH.
| Tipo de leito | Internações residentes 2024 | TMP (dias) | Fnr | Necessário (recusa 1%–5%) |
|---|---|---|---|---|
| Pediatria clínica | 40.529 | 4,32 | 1,3761 | 688 – 718 |
| Pediatria cirúrgica | 5.264 | 3,44 | 1,4398 | 74 – 78 |
| Clínica 15-59 anos | 35.518 | 6,86 | 1,2092 | 841 – 878 |
| Clínica 60 anos ou mais | 23.421 | 9,63 | 1,1225 | 723 – 754 |
| Cirúrgica 15-59 anos | 31.187 | 4,10 | 1,2720 | 464 – 484 |
| Cirúrgica 60 anos ou mais | 12.859 | 4,99 | 1,1478 | 210 – 220 |
| Total (seis categorias) | 3.000 – 3.132 |
Contra os 4.868 leitos SUS de enfermaria que o topo desta página conta, as seis categorias computáveis somam a um excedente, não a um déficit — o oposto da conclusão que a 1.101 produz (déficit de 2.175–4.522, a depender do denominador). As duas contas partem do mesmo CNES e chegam a sinais opostos porque medem coisas diferentes: a 1.101 aplica um parâmetro populacional fixo (2,5–3 leitos por 1.000 habitantes) e o Caderno 2017 aplica a taxa de internação e o tempo de permanência que o próprio DF mede. As duas ficam publicadas, nenhuma escolhida.
Achado medido e não explicado nesta sessão, publicado porque escondê-lo seria pior: quatro das seis taxas de internação computadas excedem substancialmente a faixa de referência do próprio Quadro 39. Pediatria clínica mede 135,4 por mil contra uma faixa de referência de 27,8–48,8; Clínica 15-59 mede 52,0 contra 13,8–24,6; Clínica 60+ mede 143,0 contra 72,4–116,8; Cirúrgica 15-59 mede 45,6 contra 21,5–35,7. As duas linhas de Cirúrgica ficam perto ou dentro da faixa (Pediatria cirúrgica, 17,6, dentro de 8,4–19,4; Cirúrgica 60+, 78,5, pouco acima de 44,0–72,6). O padrão — ESPEC=03/07 (clínica) diverge muito mais que ESPEC=01 (cirúrgica), com o mesmo denominador populacional — aponta para o numerador, não para a população de referência, mas não foi investigado a fundo. Candidatos, nenhum descartado:
ESPEC=07 -> Pediatria clínica e ESPEC=03 -> Clínica (a leitura deste
projeto do vocabulário do SIH, não uma tabela do Caderno) pode ser mais larga do que o “leito
clínico” que o Quadro 39 mediu nacionalmente;transcrita, não extraída — ver
leitura da ANS) pode subestimar a população de referência;residente_df já exclui quem não mora
no DF, então isto não é efeito de polo regional (a mesma RIDE que produz o Fnr de 1,29 aqui
não entra: só residentes são contados no numerador);internacoes_residentes_2024 vem do SIH
fixado em 2024, mas a ANS entra pelo arquivo tb_tx_*.dbc mais recente que o índice
publica — nesta execução, quase dois anos à frente do numerador (ver
defasagem_ans em leitos_gerais_caderno2017). A defasagem cresce a cada execução futura
enquanto o ano do SIH ficar fixo.As seis linhas ficam calculado porque a aritmética e a fórmula estão corretas sobre dados
medidos — mas um leitor não deve tratar as quatro divergentes como validadas contra a própria
referência do método. Candidato a achado de uma OS futura.
A população de referência da ANS não alimenta os leitos publicados, só a taxa de comparação
acima. taxa_internacao_por_mil é a única coluna que a proporção sem plano de saúde afeta:
leitos_necessarios_recusa_1pct/5pct dependem apenas de dias de permanência, Fnr, FRe e TOe —
porque a taxa de internação, aqui, é medida diretamente do SIH em vez de escolhida de um Quadro
de referência (a convenção do próprio Quadro 44, FRe=1). Não é um defeito desta implementação,
mas não estava dito antes desta revisão independente (inercia_algebrica no mesmo campo).
Publicada ao lado da faixa de 4 %–10 % da Portaria 1.101/2002 (topo desta página), nunca a
substituindo — a tabela leitos_uti_caderno2017, medida sobre o SIH de 2024 com a
tabela de códigos do MARCA_UTI agora extraída (ver acima). NIe é a internação geral residente
(exclui Obstetrícia, ela própria UNSOURCED); pe é a proporção dessas internações com dia de UTI;
TMP UTI é o tempo médio de permanência só nos dias de UTI; Fnre é recalculado no nível do grupo, não
uma média das linhas individuais do Quadro 38; TOe é escolhido pelo Quadro 43 contra os leitos SUS
da própria categoria de UTI, não os de enfermaria.
Convenção de arredondamento, a mesma que os leitos gerais desta página já usam
(dimensionamento.py, deficit_min/max = round(lo/hi) - escopo): o banco guarda
leitos_uti_necessarios_recusa_1pct/5pct como fração de leito (4 casas decimais); a coluna
“Necessário” abaixo arredonda cada extremo para o leito inteiro mais próximo antes de compor a
faixa, e o superávit é a diferença entre os leitos instalados e esse mesmo extremo já
arredondado — nunca a diferença arredondada depois. pe e TMP UTI são exibidos com duas casas
decimais, a mesma precisão que a tabela já usava.
Corrigido na revisão de 2026-09-18: o cruzamento por atendimento passou a
usar o mesmo filtro de NIe que leitos_gerais_caderno2017 (IDENT=1, exclui Obstetrícia) para casar
internação com marca de UTI — antes deste ajuste, pe, TMP UTI, “Internações c/ UTI” e a faixa
“Necessário” vinham de um universo de internações diferente do NIe da mesma linha, e a tabela abaixo
publicava os valores de antes do ajuste. Os números abaixo são os que o banco guarda agora; NIe e
Fnre não mudaram (o ajuste não os afeta).
| Categoria | NIe | pe | Internações c/ UTI | TMP UTI (dias) | Fnre | Leitos SUS instalados | Necessário (recusa 1%–5%) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| UTI adulto | 102.985 | 9,48 % | 9.760 | 8,78 | 1,2008 | 442 | 294 – 306 |
| UTI pediátrica | 45.793 | 6,06 % | 2.775 | 9,25 | 1,3834 | 134 | 105 – 113 |
| UTI neonatal | UNSOURCED |
— | — | — | — | 86 | — |
Contra os leitos instalados, as duas categorias calculadas fecham em superávit: UTI adulto, 136–148 leitos; UTI pediátrica, 21–29 leitos — o mesmo sinal da faixa da Portaria acima, nenhuma das duas leituras aponta déficit. Verificação de consistência: 442 + 134 + 86 (UTI neonatal, já publicado) somam exatamente aos 662 leitos de UTI que o dossiê já publica como total — as duas categorias novas não contradizem o total já existente, só o decompõem.
UTI neonatal não sai desta tabela. Falta o NIe (internações gerais) de Neonatologia, ela própria
UNSOURCED por um motivo que não tem nada a ver com MARCA_UTI — o fator de correção do
sub-registro do SINASC que nenhum artefato deste repositório contém — e essa dependência bloqueia a
linha de UTI neonatal do mesmo jeito.
fonte_declarada é a norma a que o parâmetro é atribuído. procedencia é onde este repositório
realmente o obteve. estado_fonte é a força disso. São três campos porque são três afirmações.
| Parâmetro | Valor | Procedência | estado_fonte |
Linha |
|---|---|---|---|---|
| UTI neonatal — Rede Cegonha | 2 leitos por 1.000 nascidos vivos | parametros_caderno_2017.json — lido do PDF em dados/raw/ a cada execução, com o trecho literal |
extraído |
calculada, só no DF |
| Leitos gerais | 2,5 a 3 por 1.000 hab | parametro_portaria_1101.json — literal digitado à mão, não extração |
transcrito |
calculada |
| UTI, proporção | 4 % a 10 % do total de leitos hospitalares | idem | transcrito |
calculada |
| UTI adulto, por mil | 0,15 por 1.000 hab | prosa da Proposta de elaboração.pdf, que atribui o número à portaria. Não está no artefato acima |
sem fonte |
UNSOURCED |
| UTI neonatal — partos de risco | 1 leito para cada 6 partos de risco | prosa da Proposta. E “parto de risco” não é publicado pelo SINASC — teria de ser definido por nós | sem fonte |
UNSOURCED |
| UTI pediátrica | — | a Proposta manda contar o leito e não dá parâmetro | sem fonte |
UNSOURCED |
| Cuidados intermediários | — | categoria criada para que nenhum leito complementar seja descartado em silêncio | sem fonte |
UNSOURCED |
| Hemodiálise | — | censo_sbn.json contém o menu de navegação do site, não dados |
sem fonte |
UNSOURCED |
Cinco dos oito parâmetros saem UNSOURCED, e isso é o resultado, não uma falha da execução. A a suposição 4 do plano deste trabalho previu que a hemodiálise cairia; caíram outras quatro junto. Uma linha que não consegue citar seu parâmetro é publicada como UNSOURCED com o motivo, nunca calculada assim mesmo.
O parâmetro extraído só produz linha no DF. O denominador dele são nascidos vivos, e a série
que este projeto tem (nascidos_vivos_peso, SINASC 2024, 33.282 nascidos vivos) é do DF
inteiro, sem quebra por RA. As 35 linhas por RA e as 7 por região saem com
estado = "sem geografia" e dizem isso — não com o número do DF rateado, que seria uma
alocação sem base. A suposição 9 do plano deste trabalho antecipou exatamente esta situação.
| Existente SUS | Necessário (2/1.000 NV) | Déficit | |
|---|---|---|---|
| UTI neonatal, DF | 86 | 67 | −19 (excedente) |
O ano do denominador é escolhido, não herdado. O TABNET publica prévias do SINASC para anos ainda não fechados — 2025 está na 3ª prévia e 2026 na 1ª — e uma prévia subconta, o que subestima o requisito, o que infla o excedente publicado. Este projeto usa 2024, o último ano que a própria fonte declara com dados finais. Uma versão anterior desta nota publicava 34.878 (2025, 3ª prévia) sem dizer que era prévia.
A linha transcrita diz, literalmente: uti | 4% a 10% do total de leitos hospitalares. Ela não
diz adulto e não diz enfermaria.
Uma versão anterior deste módulo aplicava esse parâmetro só à UTI adulto e só sobre os leitos de enfermaria. Os dois estreitamentos eram invenção deste projeto, não da norma, e juntos invertiam a conclusão: contra 442 leitos de UTI adulto sobre uma base de 4.868 enfermarias, o DF aparecia com a faixa atravessando o zero. Aplicado como está escrito — todos os leitos de UTI contra todos os leitos hospitalares SUS — o DF aparece com excedente. É o mesmo dado e o mesmo parâmetro; a diferença era inteiramente interpretativa, e a interpretação não estava declarada.
São 11 linhas por chave, não as 6 que o critério (a) enumera, e a diferença está declarada aqui porque muda como a tabela se soma:
existente_sus é sempre a capacidade do tipo daquela linha. Quando um parâmetro vale para um
conjunto de tipos em conjunto, a soma do conjunto vai em existente_sus_escopo, e é contra ela
que o requisito é comparado. Nenhuma coluna publica o rótulo de um tipo sobre o número de outro;existente_sus coluna abaixo conta leitos duas vezes: ele só soma entre tipos
distintos.TABELA SUPERADA — publicada como registro, não como resultado corrente. Os números abaixo são a Portaria GM/MS 1.101/2002 (2,5 a 3 leitos/1.000 hab), que saiu do cálculo em 2026-09-06. O que este projeto publica hoje é a Equação 1 do Caderno de 2017 — ver a seção Leitos gerais pelo método do Caderno 2017 acima e o dossiê §1.2–1.4. Esta tabela fica aqui citada e não apagada, porque um leitor que a leu precisa saber o que leu; ela não é regerada do banco e não deve ser lida como estado atual.
Os três totais são todos oficiais, todos publicados, e estão 11 % distantes entre si. Nenhum é escolhido aqui.
| Denominador | População | Existente SUS ( existente_sus_escopo) |
Necessário (2,5–3/1.000) | Déficit |
|---|---|---|---|---|
| IBGE Censo 2022 | 2.817.381 | 4.868 | 7.043 – 8.452 | 2.175 – 3.584 |
| PDAD-A 2024 (urbana) | 2.861.057 | 4.868 | 7.153 – 8.583 | 2.285 – 3.715 |
| PDS 2024-2027, p. 36 | 3.130.014 | 4.868 | 7.825 – 9.390 | 2.957 – 4.522 |
A escolha do denominador move a resposta em 782 leitos na ponta de 2,5 e 938 na de 3,0. Publicar um número só esconderia isso.
TABELA SUPERADA — publicada como registro, não como resultado corrente. Os números abaixo são a Portaria GM/MS 1.101/2002 (2,5 a 3 leitos/1.000 hab), que saiu do cálculo em 2026-09-06. O que este projeto publica hoje é a Equação 1 do Caderno de 2017 — ver a seção Leitos gerais pelo método do Caderno 2017 acima e o dossiê §1.2–1.4. Esta tabela fica aqui citada e não apagada, porque um leitor que a leu precisa saber o que leu; ela não é regerada do banco e não deve ser lida como estado atual.
Denominador PDAD-A 2024. As duas pontas do parâmetro estão publicadas: uma faixa que a norma deixou aberta não é resolvida escolhendo uma ponta, e escolher a de cima seria escolher a que maximiza o déficit.
| Região de saúde | População | Existente SUS ( existente_sus_escopo) |
Necessário (2,5–3/1.000) | Déficit | % |
|---|---|---|---|---|---|
| Centro-Sul | 342.622 | 60 | 857 – 1.028 | +797 a +968 | 93,0 – 94,2 % |
| Sudoeste | 837.326 | 652 | 2.093 – 2.512 | +1.441 a +1.860 | 68,8 – 74,0 % |
| Leste | 296.755 | 235 | 742 – 890 | +507 a +655 | 68,3 – 73,6 % |
| Norte | 330.604 | 365 | 827 – 992 | +462 a +627 | 55,9 – 63,2 % |
| Oeste | 437.685 | 634 | 1.094 – 1.313 | +460 a +679 | 42,0 – 51,7 % |
| Sul | 255.583 | 861 | 639 – 767 | −222 a −94 | −34,7 a −12,3 % |
| Central | 360.482 | 2.061 | 901 – 1.081 | −1.160 a −980 | −128,7 a −90,7 % |
Cinco das sete regiões estão abaixo do parâmetro nas duas pontas e duas estão acima dele nas duas. A Centro-Sul, com 342 mil habitantes, tem 60 leitos SUS de internação — entre 5,8 % e 7,0 % do que o parâmetro pede.
As 77 linhas — 7 regiões × 11 — exatamente como estão em dimensionamento_regiao e em
dados/processed/dimensionamento_regiao.json. Existente SUS é a capacidade do tipo daquela
linha; Do escopo é a soma do conjunto de tipos que o parâmetro governa, e é contra ela que o
requisito é comparado.
| Região de saúde | Tipo de leito | Parâmetro | Existente SUS | Do escopo | Necessário | Déficit | % |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Central | enfermaria adulto | leitos gerais | 1.752 | 2.061 | 901 – 1.081 | -1.160 a -980 | -128,7 % a -90,7 % |
| Central | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 309 | 2.061 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Central | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 267 | 267 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Central | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 267 | 440 | 101 – 252 | -339 a -188 | -335,6 % a -74,6 % |
| Central | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 123 | 123 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Central | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 123 | 440 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Central | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 50 | 50 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Central | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 50 | 50 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Central | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 50 | 440 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Central | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 19 | 19 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Central | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Centro-Sul | enfermaria adulto | leitos gerais | 60 | 60 | 857 – 1.028 | +797 a +968 | +93,0 % a +94,2 % |
| Centro-Sul | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 0 | 60 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Centro-Sul | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 13 | 13 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Centro-Sul | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 13 | 13 | 3 – 7 | -10 a -6 | -333,3 % a -85,7 % |
| Centro-Sul | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Centro-Sul | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 13 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Centro-Sul | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 0 | 0 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Centro-Sul | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Centro-Sul | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 13 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Centro-Sul | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Centro-Sul | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Leste | enfermaria adulto | leitos gerais | 207 | 235 | 742 – 890 | +507 a +655 | +68,3 % a +73,6 % |
| Leste | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 28 | 235 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Leste | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 10 | 10 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Leste | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 10 | 10 | 10 – 26 | +0 a +16 | +0,0 % a +61,5 % |
| Leste | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Leste | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 10 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Leste | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 0 | 0 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Leste | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Leste | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 10 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Leste | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 17 | 17 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Leste | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Norte | enfermaria adulto | leitos gerais | 330 | 365 | 827 – 992 | +462 a +627 | +55,9 % a +63,2 % |
| Norte | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 35 | 365 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Norte | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 6 | 6 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Norte | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 6 | 6 | 15 – 38 | +9 a +32 | +60,0 % a +84,2 % |
| Norte | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Norte | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 6 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Norte | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 0 | 0 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Norte | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Norte | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 6 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Norte | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 4 | 4 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Norte | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Oeste | enfermaria adulto | leitos gerais | 574 | 634 | 1.094 – 1.313 | +460 a +679 | +42,0 % a +51,7 % |
| Oeste | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 60 | 634 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Oeste | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 16 | 16 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Oeste | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 16 | 38 | 28 – 69 | -10 a +31 | -35,7 % a +44,9 % |
| Oeste | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 9 | 9 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Oeste | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 9 | 38 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Oeste | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 13 | 13 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Oeste | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 13 | 13 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Oeste | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 13 | 38 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Oeste | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 20 | 20 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Oeste | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sudoeste | enfermaria adulto | leitos gerais | 577 | 652 | 2.093 – 2.512 | +1.441 a +1.860 | +68,8 % a +74,0 % |
| Sudoeste | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 75 | 652 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Sudoeste | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 40 | 40 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sudoeste | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 40 | 45 | 28 – 70 | -17 a +25 | -60,7 % a +35,7 % |
| Sudoeste | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 2 | 2 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sudoeste | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 2 | 45 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Sudoeste | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 3 | 3 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Sudoeste | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 3 | 3 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sudoeste | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 3 | 45 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Sudoeste | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 1 | 1 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sudoeste | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sul | enfermaria adulto | leitos gerais | 751 | 861 | 639 – 767 | -222 a -94 | -34,7 % a -12,3 % |
| Sul | enfermaria pediátrica | leitos gerais | 110 | 861 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Sul | UTI adulto | UTI adulto — por mil habitantes | 90 | 90 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sul | UTI adulto | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 90 | 110 | 40 – 99 | -70 a -11 | -175,0 % a -11,1 % |
| Sul | UTI pediátrica | UTI pediátrica | 0 | 0 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sul | UTI pediátrica | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 0 | 110 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Sul | UTI neonatal | UTI neonatal — Rede Cegonha 2017 | 20 | 20 | sem geografia | sem geografia | sem geografia |
| Sul | UTI neonatal | UTI neonatal — partos de risco | 20 | 20 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sul | UTI neonatal | UTI — proporção dos leitos hospitalares | 20 | 110 | sem requisito próprio | sem requisito próprio | sem requisito próprio |
| Sul | cuidados intermediários e isolamento | cuidados intermediários | 21 | 21 | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
| Sul | hemodiálise | hemodiálise | — | — | UNSOURCED | UNSOURCED | UNSOURCED |
TABELA SUPERADA — publicada como registro, não como resultado corrente. Os números abaixo são a Portaria GM/MS 1.101/2002 (2,5 a 3 leitos/1.000 hab), que saiu do cálculo em 2026-09-06. O que este projeto publica hoje é a Equação 1 do Caderno de 2017 — ver a seção Leitos gerais pelo método do Caderno 2017 acima e o dossiê §1.2–1.4. Esta tabela fica aqui citada e não apagada, porque um leitor que a leu precisa saber o que leu; ela não é regerada do banco e não deve ser lida como estado atual.
18 das 35 Regiões Administrativas têm zero leitos SUS de internação, entre elas o Guará (127.952 habitantes), o Recanto das Emas (105.862), Vicente Pires (105.062) e o Sol Nascente/Pôr do Sol (108.713).
Zero leitos numa RA não significa que sua população esteja sem atendimento. Ninguém é internado por endereço: a rede é regional, e é por isso que a tabela por região de saúde é a unidade que significa alguma coisa e a tabela por RA é uma medida de onde os leitos estão, não de quem é atendido. As duas estão publicadas porque o critério de aceitação pede as duas.
| RA | População | Existente SUS ( existente_sus_escopo) |
Necessário (2,5–3/1.000) | Déficit | Desvio PDAD/Censo |
|---|---|---|---|---|---|
| Samambaia | 227.118 | 132 | 568 – 681 | +436 a +549 | +3,8 % |
| Águas Claras | 141.872 | 8 | 355 – 426 | +347 a +418 | +10,4 % |
| Guará | 127.952 | 0 | 320 – 384 | +320 a +384 | +6,1 % |
| Sol Nascente/Pôr do Sol | 108.713 | 0 | 272 – 326 | +272 a +326 | +6,7 % |
| Recanto das Emas | 105.862 | 0 | 265 – 318 | +265 a +318 | −8,4 % |
| Vicente Pires | 105.062 | 0 | 263 – 315 | +263 a +315 | +8,5 % |
| Ceilândia | 287.113 | 550 | 718 – 861 | +168 a +311 | 0,0 % |
A última coluna é o desvio entre a população PDAD daquela RA e a do Censo 2022, e está ali porque o desvio agregado do DF (~1,6 %) não limita o de cada RA — chega a −32,3 % em Planaltina (Arapoanga foi desdobrada dela depois do Censo, então as duas colunas não medem o mesmo território) e a −24,7 % em Brazlândia (exclusão da população rural). Quem lê uma linha lê o custo dela, não uma média do Distrito Federal.
A tabela acima é um recorte das sete maiores diferenças. Esta é completa para o parâmetro de
leitos gerais. As 385 linhas da tabela por RA — 35 × 11, com todos os parâmetros — estão em
dimensionamento_ra e em dados/processed/dimensionamento_ra.json; renderizá-las aqui seria
transcrever um banco.
| RA | População PDAD | Existente SUS | Necessário (2,5–3/1.000) | Déficit | % | Desvio PDAD/Censo |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Samambaia | 227.118 | 132 | 568 – 681 | +436 a +549 | +76,8 % a +80,6 % | +3,8 % |
| Águas Claras | 141.872 | 8 | 355 – 426 | +347 a +418 | +97,7 % a +98,1 % | +10,4 % |
| Guará | 127.952 | 0 | 320 – 384 | +320 a +384 | +100,0 % a +100,0 % | +6,1 % |
| Sol Nascente/Pôr do Sol | 108.713 | 0 | 272 – 326 | +272 a +326 | +100,0 % a +100,0 % | +6,7 % |
| Recanto das Emas | 105.862 | 0 | 265 – 318 | +265 a +318 | +100,0 % a +100,0 % | -8,4 % |
| Vicente Pires | 105.062 | 0 | 263 – 315 | +263 a +315 | +100,0 % a +100,0 % | +8,5 % |
| Ceilândia | 287.113 | 550 | 718 – 861 | +168 a +311 | +23,4 % a +36,1 % | +0,0 % |
| São Sebastião | 99.050 | 4 | 248 – 297 | +244 a +293 | +98,4 % a +98,7 % | +0,4 % |
| Sobradinho II | 79.932 | 0 | 200 – 240 | +200 a +240 | +100,0 % a +100,0 % | -3,4 % |
| Planaltina | 121.856 | 132 | 305 – 366 | +173 a +234 | +56,7 % a +63,9 % | -32,3 % |
| Jardim Botânico | 75.133 | 12 | 188 – 225 | +176 a +213 | +93,6 % a +94,7 % | -3,4 % |
| Riacho Fundo II | 70.180 | 0 | 175 – 211 | +175 a +211 | +100,0 % a +100,0 % | +6,9 % |
| Itapoã | 67.021 | 0 | 168 – 201 | +168 a +201 | +100,0 % a +100,0 % | +2,5 % |
| Arapoanga | 49.067 | 0 | 123 – 147 | +123 a +147 | +100,0 % a +100,0 % | — |
| Sudoeste/Octogonal | 46.004 | 0 | 115 – 138 | +115 a +138 | +100,0 % a +100,0 % | +3,7 % |
| Arniqueira | 44.774 | 0 | 112 – 134 | +112 a +134 | +100,0 % a +100,0 % | +5,8 % |
| Lago Norte | 43.817 | 2 | 110 – 131 | +108 a +129 | +98,2 % a +98,5 % | +4,9 % |
| Riacho Fundo | 41.040 | 0 | 103 – 123 | +103 a +123 | +100,0 % a +100,0 % | +3,8 % |
| SCIA | 38.047 | 0 | 95 – 114 | +95 a +114 | +100,0 % a +100,0 % | +5,6 % |
| Taguatinga | 201.332 | 512 | 503 – 604 | -9 a +92 | -1,8 % a +15,2 % | +4,1 % |
| Núcleo Bandeirante | 22.566 | 0 | 56 – 68 | +56 a +68 | +100,0 % a +100,0 % | +4,3 % |
| Park Way | 22.667 | 0 | 57 – 68 | +57 a +68 | +100,0 % a +100,0 % | +1,7 % |
| Candangolândia | 14.540 | 0 | 36 – 44 | +36 a +44 | +100,0 % a +100,0 % | +3,6 % |
| Brazlândia | 41.859 | 84 | 105 – 126 | +21 a +42 | +20,0 % a +33,3 % | -24,7 % |
| Lago Sul | 27.213 | 43 | 68 – 82 | +25 a +39 | +36,8 % a +47,6 % | +3,7 % |
| Água Quente | 11.306 | 0 | 28 – 34 | +28 a +34 | +100,0 % a +100,0 % | — |
| Fercal | 9.141 | 0 | 23 – 27 | +23 a +27 | +100,0 % a +100,0 % | -11,0 % |
| Varjão | 9.017 | 0 | 23 – 27 | +23 a +27 | +100,0 % a +100,0 % | +4,7 % |
| Gama | 133.948 | 419 | 335 – 402 | -84 a -17 | -25,1 % a -4,2 % | -4,0 % |
| Sobradinho | 70.608 | 233 | 177 – 212 | -56 a -21 | -31,6 % a -9,9 % | -2,3 % |
| SIA | 5.630 | 60 | 14 – 17 | -46 a -43 | -328,6 % a -252,9 % | +9,7 % |
| Paranoá | 55.551 | 219 | 139 – 167 | -80 a -52 | -57,6 % a -31,1 % | -13,1 % |
| Cruzeiro | 26.435 | 142 | 66 – 79 | -76 a -63 | -115,2 % a -79,7 % | +2,7 % |
| Santa Maria | 121.635 | 442 | 304 – 365 | -138 a -77 | -45,4 % a -21,1 % | +4,3 % |
| Plano Piloto | 207.996 | 1.874 | 520 – 624 | -1.354 a -1.250 | -260,4 % a -200,3 % | +4,7 % |
4 % a 10 % do total de leitos hospitalares SUS, contra todos os leitos de UTI (adulto + pediátrica + neonatal), que é o que a linha transcrita diz.
| Região | UTI SUS, todas ( existente_sus_escopo) |
Necessário (4–10 %) | Déficit | Situação |
|---|---|---|---|---|
| Central | 440 | 101 – 252 | −339 a −188 | excedente nas duas pontas |
| Sul | 110 | 40 – 99 | −70 a −11 | excedente nas duas pontas |
| Sudoeste | 45 | 28 – 70 | −17 a +25 | a faixa atravessa o zero |
| Oeste | 38 | 28 – 69 | −10 a +31 | a faixa atravessa o zero |
| Centro-Sul | 13 | 3 – 7 | −10 a −6 | excedente nas duas pontas |
| Leste | 10 | 10 – 26 | 0 a +16 | déficit até 16 |
| Norte | 6 | 15 – 38 | +9 a +32 | déficit nas duas pontas |
| DF | 662 | 224 – 561 | −438 a −101 | excedente nas duas pontas |
No DF há excedente de UTI nas duas pontas do parâmetro: entre 101 e 438 leitos acima do que ele
pede, ou 11,8 % dos 5.612 leitos hospitalares SUS contra uma faixa que vai até 10 %. Isso confirma a
direção que a suposição 8 do plano deste trabalho anunciou antes da execução, e não a magnitude: a suposição
comparava 662 leitos contra 0,15 × 3.130.014 = 470 — mas o 0,15 é um parâmetro de UTI adulto,
e é UNSOURCED de todo modo, então essa conta não é publicada como resultado.
Um excedente de UTI ao lado de um déficit de enfermaria não é uma contradição, e este documento não a resolve. É o que os dois parâmetros dizem sobre os mesmos dados, e a leitura clínica disso está fora do escopo desta nota.
A frase que esta substitui, citada e não apagada: “Um excedente de UTI ao lado de um déficit de enfermaria de 2.285 a 3.715 leitos não é uma contradição…”. Aquele déficit era o da Portaria 1.101/2002 e não existe mais: desde 2026-09-06 a linha de enfermaria é calculada pela Equação 1 do Caderno de 2017 e o agregado do DF é um superávit de 579 a 711 leitos, com déficit em cinco das sete regiões somando 796 a 895 (dossiê §1.2–1.4, §5.1). A oposição retórica de que a frase original vivia — UTI sobrando, enfermaria faltando — não se sustenta no agregado distrital, e sobrevive apenas por região. A tabela de UTI acima não mudou: ela é a proporção de 4 % a 10 % da 1.101/2002, o último parâmetro transcrito deste projeto (registro interno).
parametros_caderno_2017, e não são calculados: os dois cairiam
dentro de cuidados intermediários e isolamento, que também contém UCI adulto, UCI pediátrica,
isolamento e suporte ventilatório. Calcular exigiria partir essa categoria em duas novas, o que é
uma mudança de forma da tabela e não uma correção. Está registrado como pendência.dados/raw/ é mais barato e
mais produtivo do que procurar fora, e este projeto não estava fazendo isso.dados/raw/, dá 0,13 % da população de 20 anos e
mais do Centro-Oeste em estágio 5 dialítico (o Quadro 28A dá 0,16 % para o estágio 5 inteiro).
O que falta é o denominador — este projeto não tem população por faixa etária por RA — e a
conversão de pacientes em máquinas, que é outro parâmetro. Foi a terceira revisão independente
que encontrou o quadro, no mesmo arquivo onde a segunda encontrou o Quadro 5.